segunda-feira, 11 de junho de 2012

Em tempos  de RIO + 20 vale refletir sobre esse texto que encontrei:


Nossa casa Comum

Era uma vez uma casa, imensa e bela. Edificada lentamente, durante milhões de anos, parecia infinita, devido à sua forma arredondada. Por ela passeava uma multidão incontável de seres, os mais diversos. O solo, chão da casa, era rico em nutrientes que garantiam o ciclo de vida das plantas e dos animais. Suas paredes eram constituídas por rochas recobertas pelos tons múltiplos de cores de gramíneas, arbustos e árvores. O telhado se abria durante o dia para o clarão do sol, que, com sua energia, sustentava os seres com luz e calor. Invisivelmente, era protegido por uma fina camada de gases, que filtrava a luz do sol na medida adequada para garantir a continuidade da teia da vida. À noite, estrelas cintilantes coalhavam o céu, e a lua, com sua cor prateada, brindava o viajante com sua luz discreta e suave.
A casa-comum-de-todos-os-seres, também chamada pelos humanos de Planeta Terra, tinha cinco enormes quartos, separados por infindáveis porções de terra e muita, muita água. Será que havia janelas? Ou antes se tratava de um sem número de cortinas, que velavam e desvelavam mistérios, belezas, riscos e aventuras? Embora a casa não tivesse portas nem porteiras, penetrar em seu mistério exigia algumas chaves. Não aquelas, pequenas ou grandes, feitas de metal, mas sim as da mente e do coração, que permitem compreender sem jamais pretender agarrar e dominar.
Hoje a nossa casa comum tem a aparência de um admirável edifício, totalmente marcado pela intervenção humana. No entanto, não se pode esconder as rachaduras crescentes, a abertura no telhado e a perda da qualidade de vida de seus habitantes. O ser humano se assenhorou do Planeta. Considera-se seu patrão. Perdeu o vínculo com as outras criaturas e as toma simplesmente como “recursos” ou “coisas”. Baseado na ciência e na tecnologia e no espírito conquistador do mercado global, considera-se dono absoluto de seu futuro. Na realidade, construiu um modelo insustentável, que gera crescente exclusão social e enfraquecimento do ecossistema.
Neste contexto, é preciso recriar novas chaves de leitura, para compreender a humanidade em relação aos outros seres que povoam nossa casa comum. Assim, poderemos mudar o olhar e ampliar a nossa percepção. Com a consciência aberta, vem a ação transformadora. Atitudes individuais se conjugam com ações coletivas. É tempo de construir a cidadania planetária, que articula a visão ampla e global com a concretude das ações locais. Trata-se de gerar e desenvolver a consciência eco-planetária e de tecer redes com vários atores sociais. Com as novas gerações, iremos superar a visão pessimista e trágica, resgatar o encantamento, canalizar a indignação e nutrir a esperança, para reconstruir nossa casa comum. 

Será que estamos caminhando para essa reconstrução? O que entendemos como "comum"?
Como pessoas religiosas temos realmente feito a vontade de Deus, seguindo os ensinamentos de Jesus Cristo?


quarta-feira, 16 de maio de 2012


RELIGIOSIDADE INDÍGENA

Na América, os primeiros colonizadores que chegaram ,trouxeram missionários religiosos.
Esses religiosos traziam consigo a fé em Cristo, mas despreparados para lidar com a nova realidade. Traziam também preconceitos contra outro tipo de crença (religiosidade) que não a deles.
Assim, tanto o modo de vida, quanto as manifestações culturais e religiosas dos índios eram combatidas, até de forma violenta, como se fossem coisa do pecado.
Os costumes europeus foram impostos e a religiosidade Cristã também.
Toda crença dos índios era considerada do mal, coisa satânica e devia ser banida.
Os índios, por sua vez, submissos, ocultavam suas crenças por detrás dos costumes cristãos, dos santos católicos, disfarçavam seus rituais nas festas cristãs.
O mesmo que aconteceu, mais tarde, com os negros escravos africanos que relacionavam com os santos católicos os seus orixás.
A isso chamamos de sincretismo religioso, essa mistura de cultos, de rituais, que até hoje temos em nossa cultura popular. Convivem juntos santos e espíritos de animais; fumo usado nos cachimbos indígenas e incenso.
Ex.: o Toré que é um rito tradicional indígena é celebrado após uma missa.
Isso não é novidade para nós, pois já aprendemos, por ocasião da páscoa que o cristianismo usou a mesma estratégia, ou seja, cristianizou (tornou em cristão) festas antes de culto pagão, como a própria Páscoa e o Natal.

Na sua maioria, os povos indígenas acreditam nas forças da natureza e no espírito dos animais e dos antepassados.
Fazem rituais e festas para deuses e espíritos.

Como acreditam numa vida após a morte, algumas tribos enterram seus mortos em vasos de cerâmica junto com alguns objetos pessoais do morto.
Outras acreditam que. uma raça de divindades celestiais os Maï que devoram as almas dos mortos recém chegados ao céus e depois mergulham os restos (despojos) em um banho mágico eles são ressuscitados..

Os IANOMÂNES, por exemplo, são caçadores e acreditam em RIXIS, ou seja, espíritos de animais e que ao serem mortos tornam-se protetores e amigos.

GUARANIS – acreditam que a morte é somente uma passagem para a “Terra sem males” onde os que se foram ficam e protegem os que ficaram na Terra.
São dominados por um ser supremo designado MONAN.
A autoridade religiosa dos indígenas é o Pajé que é um sábio, um adivinho, curandeiro, sacerdote.
A música e seus instrumentos é utilizada para a preservação da cultura e tradição, para apresentação dos pajés e suas danças e cantos de cura, de proteção, de retirada de maus espíritos... produzem efeito hipnótico, de transe...individual ou coletivo.
Nos rituais costuma-se, também utilizar o fumo e outras plantas com efeitos alucinógenos para ajudar a sair do corpo físico e se integrar aos espíritos.
Em tudo há religiosidade. Rituais para casamento, nascimento, puberdade, procriação, morte, para afastar flagelos (catástrofes, desastres ecológicos) doenças e epidemias.
Também para festejar (celebrar) a boa caçada ou a vitória nas guerras.

RESUMINDO:
Acreditam em:
Na existência de uma entidade criadora, geralmente em forma humana e do sexo, masculino;
Acreditam na vida após a morte;
Acreditam em seres com poderes sobrenaturais;].
Acreditam que o sol e a lua já viveram na terra entre os índios, na forma humana, mas com poderes sobrenaturais e eram filhos diretos da entidade criadora, ou seja, Deus;
Acreditam que foram criados por essa mesma entidade criadora;
Todo conhecimento da vida, tudo que sabem são ensinamento vindos de entidades espirituais, seres supremos, ou por pessoas sábias e bem próximas das entidades.

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segunda-feira, 16 de abril de 2012


O ABORTO na opinião de várias religiões .São diversas as posições das diversas religiões em relação à Interrupção Voluntária da Gravidez.

Cristianismo Católico- É totalmente contra.  Com base na Didaché  ( texto do Século I atribuído aos apóstolos e precursor do Código Canônico ):“ Não matarás o fruto do ventre por aborto e..” O Decreto de Graciano refere estas palavras do Papa Estêvão V: «É homicida aquele que fizer perecer, mediante o aborto, o que tinha sido concebido».. ” O aborto é condenável porque todo o ser humano, incluindo o existente no seio materno, possui direito à vida. O feto ou embrião não é propriedade dos pais ou de qualquer autoridade humana. A vida não é uma "coisa" de que se possa dispor conforme os apetites. Merece todo o respeito desde o momento da fecundação.
O Judaísmo considera que o feto ou embrião não tem o estatuto de "pessoa" antes do nascimento. Este estatuto secundário é consequência da Torá onde é indicado que deve ser paga uma compensação monetária por quem provocar um aborto, uma situação não equiparável à retirada de uma vida humana. Diversas correntes atuais do Judaísmo aceitam apenas o aborto no caso de perigo de vida da mulher enquanto outras permitem-no em situações mais abrangentes por decisão da mulher com apoio de terceiros nesta escolha.
O Islão permite o aborto nos casos em que está em causa a vida da mulher. Dependendendo das correntes da religião pode ser ou não aceitável a sua utilização noutras situações. No entanto como até aos 120 dias de gestação o feto ou embrião tem um estatuto de vida similar a animais ou plantas esse momento é considerado o limite para a prática do mesmo.
O Budismo fica dividido com relação a esta questão: uns vêm-no como um ato de "tirar a vida a um ser vivo" e, como tal, inadmissível aos olhos desta religião, outros aceitam desde que não seja o produto da inveja, gula ou desilusão, especialmente nas situações em que o feto tenha problemas de desenvolvimento ou a gravidez possa ser problemática para os pais.
Embora o Hinduísmo seja claro a classificar o aborto como um ato abominável, na prática a Índia permite o aborto desde 1971 sem que este facto tenha levantado celeuma entre as autoridades religiosas, no entanto a utilização do aborto como forma de seleção do sexo da criança levou o governo a tomar medidas em 1994 contra esta prática em particular.Sociedade machista, o homem ( que é o dono do sêmen) decide sobre o assunto.
Culturas nativas norte-americanas têm uma visão extremamente centrada na mulher nas questões reprodutivas sendo o aborto uma opção válida para garantir uma maternidade responsável.
 Taoísmo e Confucionismo, sexo e prazer sexual devem ser celebrados mas com atenção à moderação. Esta moderação também se aplica à reprodução e o aborto é visto como uma solução de recurso aceitável. O governo da República Popular da China após aplicação da regra "um casal, um filho" viu-se forçado também em 2003 a impor medidas contra a utilização do aborto para seleção do sexo da criança.
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias diz-se contrária à prática do aborto. No entanto, aceita o aborto em casos limitados, por exemplo, se a concepção foi causada por estupro ou incesto quando a mãe está com a vida em perigo e quando for demonstrado que o feto padece de graves defeitos que não lhe permitem viver após o nascimento. Ainda assim, nestes casos, recomenda-se que a mãe deve pensar e explorar, juntamente com sua família e líderes da igreja, a orientação de Deus antes de tomar uma decisão. A Igreja oferece adoção, especialmente para casais que têm dificuldade em ter filhos, e assim o exigem[.    
Religiões Protestantes -Nas várias Igrejas protestantes (batista, luterana, presbiteriana, unitária e metodista) existe um leque maior de atitudes em relação ao aborto. Encaram a questão de forma menos homogênea e mais flexível do que as autoridades da Igreja Católica Romana.  A grande diferença entre católicos e a maioria das igrejas protestantes está no que toca à vida da mãe: admitem que é no momento da concepção esta adquire todos os direitos pessoais e direitos relativos à maternidade, pois é encarregada da gestação, cuidado e alimento do embrião desde o momento da concepção até o momento do nascimento.
Ao mesmo tempo, o médico tem o dever primordial para com a mãe, pois foi ela a pessoa que o requisitou. Assim, se uma escolha tiver de ser feita entre a vida da mãe e a do feto, recairá sempre sobre ela a escolha prioritária, cabendo, portanto, ao médico decidir quando a mãe poderá distanciar-se da sua responsabilidade em relação ao feto.
Foram os países protestantes os primeiros neste século a adaptar legislações mais liberais em relação ao aborto.
è bom refletirmos sobre o assunto. Sem julgar, sem condenar, mas reafirmando as nossas convicções e amando o próximo , dando forças aos que precisam, consolo aos que estão passando por uma situação de aborto.
Peçamos em nossas orações, segundo as nossas concepções religiosas , que as decisões médicas e pessoais sejam acompahadas de fato e conduzidas para uma reflexão que leve à opção e não pelo descaso e pela banalização, pelo simples descarte da vida.


terça-feira, 10 de abril de 2012

O significado da Páscoa...
A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilide.
E como surgiu o chocolate...
Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou. O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro. Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.
E o coelho?
A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos.
No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
 Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem.

ATIVIDADE:
1-REFLEXÃO:  Após as nossas conversas sobre Páscoa o que você pode dizer sobre esse assunto? Aprendeu mais um pouco ? Achou algum fato curioso? Mudou alguma coisa no seu modo de pensar sobre a Páscoa?

2-Então RESPONDA as questões a seguir e mande através do e-mail syprof@hotmail.com:

A- Qual a diferença entre Páscoa JUdaica e Páscoa Cristã? B -E pra você, o que a Páscoa representa,   você acredita de fato em quê? C-Como foi a sua Páscoa de 2012?
Essas resposta podem ser de cada pergunta ou através de um texto englobanso todas con 10 linhas
Valendo 3 pontos para o 1º Bimestre:




REFLEXÃO PARA O TEMPO PASCAL

DEUS podia ter tudo só para ELE - Fez o Homem;
DEUS podia deixar o homem sozinho - Fez a mulher:
Deus podia esquecer a Terra e os seres humanos - Enviou seu Filho JESUS;
Jesus como Deus podia viver sozinho - Procurou o Povo;
Jesus podia ter tudo só para si - Partilhou com os seres humanos;
Jesus podia ser o único sábio - Ensinou a todos;
Jesus podia viver sem os seres humanos - Deu sua vida por todos;
Jesus podia ignorar os seres humanos - RESSUSCITOU para  salvar a todos;
Jesus podia partir sua missão estava cumprida - Deixou a todos seu Espírito Santo!

FELIZ PÁSCOA na certeza de que aprendemos a cada dia um pouco mais do que ELE nos ensinou!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

FELIZ ANO NOVO


O Ano-Novo ou réveillon é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas as culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". A celebração do evento é também chamada réveillon, termo oriundo do verbo francês réveiller, que em português significa "despertar".
A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo, em 46 a.C., Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces (bifronte) - uma voltada para frente (visualizando o futuro) e a outra para trás (visualizando o passado).

CURIOSIDADES

No Egito antigo, 3 750 anos antes de Cristo, a estrela Sirius alinhava-se com a estrela Canopus no rumo Sul ao centro da Via Láctea; exatamente a zero hora sobre as Pirâmides de Guiza.
O ANO NOVO EM NOSSO PAÍS
A mistura de culturas em nosso país reflete-se também na hora da virada: a festa tem nome francês (réveillon), as lentilhas vieram da Ásia, a tradição de usar branco tem origem no candomblé... Mas a energia e a animação com certeza são tipicamente brasileiras! Se no Brasil o sincretismo é a marca da festa, como será em diferentes partes do planeta?
Vamos saber mais sobre a celebração em outras nações, volta pelo mundo.
Confira!
O Ano-Novo tibetano, por exemplo, é comemorado no final de janeiro ou início de fevereiro – data que depende da entrada da lua nova. No Vietnã, as pessoas limpam suas casas para receber os Deuses da Cozinha (uma mulher e seus dois maridos). Acender velas e lavar as estátuas de Buda é um costume forte na Tailândia, país em que a passagem do ano é festejada de 13 a 15 de abril. Já os escoceses acreditam que a primeira pessoa que pisar em suas casas após a virada do ano determinará a sorte dos próximos 365 dias.

Por sua vez, os coreanos ficam mais velhos, pois a idade deles é calculada no Ano-Novo.
Enquanto isso, na Holanda, as pessoas queimam as árvores de Natal em fogueiras para expulsar os velhos espíritos. E essa é para quem gosta de festa: o Ano-Novo da comunidade judaica, chamado de Rosh Hashaná, dura dois dias, mas só acontece no final do ano do calendário gregoriano, entre o final de setembro e o começo de outubro.
Mesmo que as tradições mundo afora pareçam bem diferentes das nossas, a finalidade de todas é sempre a mesma: RENOVAÇÃO
. Não importa se os iranianos comemoram o Ano-Novo no início de cada primavera ou se no Paquistão é celebrado no momento em que o Sol entra no signo de áries. O importante mesmo (e parece que todos os povos sabem disso) é ter consciência da necessidade de zerar, começar novamente e, sobretudo, acreditar que quando um ano caminha para seu fim, outro muito melhor está para chegar.
FELIZ ANO NOVO!
QUE A PAZ DE CRISTO SE FAÇA PRESENTE EM SUAS VIDAS!
 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O QUE DE FATO CELEBRAMOS NO NATAL?

É festa cristã quando lembramos de Jesus e é festa  pagã quando só pensamos em comida e presentes?
Dizemos que somos cristãos, mas como realmente nos comportamos no  NATAL?

Houve um Filósofo Lao Tsé fundador de uma religião chinesa chamada Taoísmo que sempre se interessou pelo cristianismo. Ele achava muito bonito que soubéssemos tanto sobre o nosso Deus, sobre seus planos, sua obra, sua salvação. Será que realmente sabemos?
Ou só sabemos de Deus resume-se dentro das Igrejas que freqüentamos?
Aqui fora não sabemos ser cristãos  e nos rendemos aos apelos do mundo  esquecemos de Deus.
Sabemos realmente muito sobre Natal, nascimento de Jesus, festa cristã? Então : Qual o verdadeiro significado: dos enfeites Das luzes Do presépio  Dos Reis Magos

Quais são os símbolos cristãos e os pagãos? Como surgiu o NATAL? O dia 25 de dezembro é realmente o dia do nascimento de Jesus?

A escolha do dia 25 de dezembro foi para substituir o culto ao nascimento do deus Sol (natalis (solis) invicti) que era uma festa pagã de Roma. No lugar passou-se a comemorar o nascimento do verdadeiro sol, da verdadeira luz do mundo.

Isso porque por ocasião do nascimento de Jesus não existiam os registros de nascimento que hoje temos,
O que há de registro na Bíblia é que no evangelho de Lucas, 2 “ que diz que por ordem de Cezar Augusto, Imperador, todos os habitantes foram chamados para um recenseamento Todos iam alistar-se , cada um na sua cidade  por isso José foi com Maria a Belém
Lá completaram-se os dias da gravidez – “envolvendo-o em faixas colocou-o na manjedoura,pois não havia lugar nas hospedarias”, dessa passagem falando em manjedoura é que mais tarde surgiu a idéia do presépio para festejar o Natal..

Também os pastores, que foram os primeiros a ver Jesus nascido, eles eram humildes, pobres, roceiros e considerados na época como inferiores, gentinha..,
Isso quer nos dizer que precisamos olhar para aqueles considerados excluídos, os pobres, os exilados, os deficientes, os rejeitados....Eles foram os primeiros a ver Jesus..

Os Reis Magos- eram estudiosos, sábios, em astronomia e viram na estrela de Belém a realização do que os profetas anunciaram. A estrela, que podia ser um cometa, viria anunciando um grandioso acontecimento. Por isso hoje decoramos as casas com a Estrela cadente A ESTRELA DE BELÉM!

O certo é que Deus quis ficar perto de nós com o nascimento de Jesus

Pena que hoje, o sentido do Natal esteja tão modificado. Naquela época, de Jesus o paganismo era adorar outros deuses hoje o paganismo é adorador do deus comércio, do dinheiro, dos bens materiais.

Todos os anos preparamos o NATAl., a decoração da casa, a ceia , os presentes e Será que nós preparamos  a nossa vida para receber JESUS?
Natal não é  só tempo de presente, mas de lembramos nosso compromisso com os ensinamentos de Jesus Cristo E principalmente de sermos presentes na vida dos irmãos , não só na família, mas em todos os ambientes que freqüentamos, e principalmente para os mais necessitados.

O MENINO DEUS VEM NOS LEMBRAR QUE DEVEMOS SER MENSAGEIROS DA PAZ E DO AMOR DE CRISTO
Então RESPONDA Com sinceridade:Podemos nos perguntar, então, Qual o verdadeiro sentido do NATAL  pra nós?